Sexta-feira, 09 de outubro de 2009.
Reitora recebe alunos das redes pública e privada
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Maria Lúcia Cavalli Neder, reitora da UFMT |
"Estamos confiantes de que não teremos problemas. Essa é uma questão nacional, do Ministério da Justiça, do governo federal, do Ministério da Educação e das instituições federais de ensino superior. Não deixaremos os alunos de Mato Grosso sem o primeiro semestre". Essa afirmação foi feita hoje (9) de manhã pela reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Lúcia Cavalli Neder, durante reunião com os representantes do movimento secundarista. Os estudantes estão preocupados com a segurança na aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) remarcadas para os dias 5 e 6 de dezembro (sábado e domingo).
A reitora destacou a importância do diálogo com os estudantes e fez um retrospecto das reuniões do ministro da Educação, Fernando Haddad, com o Comitê de Governança do Enem 2009 e com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que congrega os reitores das 55 universidades federais de todo o País. Uma Força Nacional e a Polícia Federal vão participar de todas as etapas da logística da prova. Com o rompimento do contrato com o Consorcio Nacional de Avaliação e Seleção (Connasel), o Centro de Seleção e Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe) e a Fundação Cesgranrio assumem o processo. A distribuição das provas será feita pelos correios.
Maria Lúcia reconheceu a angústia dos estudantes, em um momento decisivo e importante de suas vidas, e reafirmou a confiança no processo seletivo por meio do novo Enem. Segundo a reitora, o exame é gratuito, realizado em um número maior de locais de provas, democratiza o acesso ao ensino superior e permite modificações pedagógicas significativas no ensino médio. Em Mato Grosso, as provas do Enem serão aplicadas em 67 municípios mato-grossenses para mais de 109 mil inscritos.
Os estudantes Nayra Monteiro Pinheiro e Fabrício Beltrame reafirmaram a preocupação com a segurança na aplicação das provas. Para eles, o movimento foi vitorioso, pois conseguiram manter o diálogo com a administração superior, expor suas preocupações e cobrar transparência. Eles prometem acompanhar de perto o andamento de todo o processo.
Fonte: UFMT
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